Projetos – Gente que Inspira – Jovens – Conheça os homenageados – Conteúdo

 

AIRA BEATRIZ CARDOSO

tem 23 anos. Natural de Macapá (AP), desde a adolescência se dedica ao desenvolvimento de projetos de iniciaçao científica relacionados ao meio ambiente. Eles renderam à Aira premiações em eventos de ciência e tecnologia nacionais e internacionais. Entre eles, na Sérvia, em 2018, quando representou o Brasil na Conferência Internacional de Jovens Cientistas (ICYS).

É uma das fundadoras do Instituto Nacional Leva Ciência, que busca democratizar o acesso à ciência entre cianças e adolescentes. Mais de 8 mil alunos da rede pública de ensino já foram impactados pela iniciativa. Em 2021, a revista Forbes Brasil destacou Aira Beatriz entre os jovens de até 30 anos mais promissores do país, na categoria Terceiro Setor, em razão do trabalho no Instituto Leva Ciência.

Desde 2019 também é membro da Rede de Embaixadores da Juventude do UNODC – Escritório das Nações Sobre Grogas e Crimes.

 

FELIPE CAETANO DA CUNHA

tem 21 anos. Nascido em Aquiraz, no Ceará, começou a trabalhar ainda na infância como garçom. Aos 14 anos, após assistir a uma palestra sobre trabalho infantil, iniciou o ativismo contra essa prática.

Com 15 anos, foi cofundador dos Comitês de Adolescentes pela Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, iniciativa que se expandiu por todo o país e que reúne adolescentes na luta contra o trabalho precoce.

Integrou o Conselho Nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes (Conanda) entre 2017 e 2019 e foi conselheiro Jovem do Unicef Brasil entre 2019 e 2022. Em 2019, denunciou a situação das crianças exploradas pelo trabalho infantil na Organização das Nações Unidas.

Atualmente, estuda Direito na Universidade Federal do Ceará (UFC) e é assessor na Assembleia Legislativa do Ceará.

 

WALELASOETXEIGE SURUÍ – TXAI SURUÍ

Anna Brito da Rocha Acker nasceu na cidade do Rio de Janeiro. A desembargadora aposentada do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) é reconhecida por sua trajetória de luta pelos direitos sociais e pela Justiça do Trabalho.

Ingressou na Faculdade de Direito da UFMG na década de 1940. Formada, atuou como advogada até se tornar juíza substituta do TRT-1 em 1959, após ser aprovada em concurso público. Dez anos depois, foi promovida a juíza titular. Durante a Ditadura Militar, chegou a enfrentar uma tentativa de cassação por subversão, que acabou sendo arquivada.

Em 1988 que, por merecimento, tornou-se desembargadora do Regional.

Anna Acker ajudou a fundar a AMATRA1 e foi a primeira mulher a presidi-la. Também atuou pelo desmembramento da 1ª Região, dando origem à 17ª Região (ES), em 1989.

Mestre em Direito Público pela USP, participou de congressos e seminários no Brasil e no exterior, apresentando trabalhos de sua autoria.